HOSPITALIZAÇÃO INFANTIL E EDUCAÇÃO: CAMINHOS POSSÍVEIS PARA A CRIANÇA DOENTE

Camila Souza Saccol, Jossiele Fighera, Letícia Dorneles

Resumo


O adoecimento geralmente é sentido pelo paciente como uma ruptura no processo normal de desenvolvimento, uma inadequação, um fenômeno indesejado que acomete o indivíduo e é capaz de mudar tudo o que ele já havia estruturado até o momento. Quando o paciente em questão é criança, tudo pode ganhar maiores dimensões justamente em função da fase do desenvolvimento em que o sujeito se encontra. Frente às inúmeras questões envolvidas no adoecimento infantil, neste artigo busca-se, através da revisão da literatura, uma maior compreensão sobre os aspectos que envolvem a educação da criança quando esta necessita enfrentar longos períodos de internação hospitalar, como no caso de doenças crônicas. A partir da revisão da literatura, foi possível perceber a necessidade de a criança ser “olhada” de forma integral pela equipe, o que faz lembrar os conceitos psicanalíticos que remetem à constituição do sujeito, na medida em que este último só se constitui a partir do olhar do outro. Além disso, a inserção de um profissional da educação dentro do ambiente hospitalar deve ser considerado, entre outras coisas, como uma tentativa de reestabelecer e manter o equilíbrio subjetivo da criança que pode ter sido abalado na situação de adoecimento.

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