Estimulante vegetal como estratégia para reduzir os impactos do estresse térmico na cultura da soja
DOI:
https://doi.org/10.37779/nt.v27i1.5690Keywords:
Bioinsumos; Estresse abiótico; Glycine max L.; Temperatura foliarAbstract
A agricultura tem sido cada vez mais afetada pelas mudanças climáticas, que comprometem a produção de soja, especialmente devido ao estresse térmico, responsável por reduzir o crescimento e a produtividade das plantas. Diante disso, este estudo avaliou a eficiência de um estimulante vegetal, aplicado em diferentes concentrações, na mitigação dos efeitos do estresse térmico durante a fase reprodutiva da soja. O experimento foi conduzido em delineamento em blocos casualizados completos em um arranjo fatorial 4 × 2 (quatro doses de estimulante × duas condições de sombreamento) com parcelas subdivididas. Foram analisados parâmetros fisiológicos, bioquímicos e de rendimento. Os resultados indicaram que o estimulante reduziu a temperatura das folhas em até 3,09 °C sob altas temperaturas, promovendo um aumento nos pigmentos fotossintéticos e aumentando a atividade das enzimas antioxidantes. Esse efeito contribuiu para o aumento dos componentes de rendimento, mesmo sob diferentes condições de sombreamento. O estudo demonstra o potencial destas ferramentas sustentáveis para aumentar a resiliência da soja ao estresse abiótico e melhorar seu desempenho produtivo.
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