A identificação precoce dos sinais de risco para o transtorno do espectro autista e as intervenções antecipadas: um encontro necessário

Inês Farias Rabelo, Luciane Najar Smeha

Resumo


Este artigo aborda as possibilidades de identificação precoce de risco para o Transtorno do Espectro Autista, especialmente nos primeiros meses de vida do bebê. Trata-se de uma revisão de literatura do tipo narrativa, na qual se utilizou publicações dos últimos dez anos sobre o tema. Foi analisada a literatura publicada em livros, artigos de revistas impressas e/ou eletrônicas e outros documentos públicos. Foi possível constatar que, geralmente, os primeiros sinais estão relacionados aos atrasos da linguagem e alterações na socialização/interesse em interagir com as pessoas. Apesar dos avanços na capacitação dos profissionais da saúde e da divulgação de protocolos para a identificação dos primeiros sinais de risco psíquico, o diagnóstico precoce ainda é um desafio para os profissionais da saúde e, na maioria das vezes, os pais são os primeiros a perceber as alterações no desenvolvimento do bebê. Todavia, avançar nesse sentido é imprescindível, a literatura destaca que as intervenções apresentam melhores resultados quando iniciadas antecipadamente. Isso ocorre porque é o período de maior plasticidade cerebral, profícuo para potencializar o desenvolvimento saudável do bebê, considerado um tempo primordial para a constituição psíquica do sujeito.


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