Maternidade interrompida: vivências de mulheres que passaram pelo processo de aborto espontâneo

Elaine Ramos Bitelbron, Cristina Saling Kruel, Fernanda Real Dotto

Resumo


O presente artigo se teve como objetivo investigar a experiência de mulheres que vivenciaram o aborto espontâneo de seu primeiro filho, tendo como participantes duas mulheres que vivenciaram esta experiência. Foi realizada uma entrevista com perguntas abertas com cada mulher individualmente. Dentre os resultados destacou-se o desejo das mulheres em serem mães; o momento em que vivenciaram a perda do bebê; como foi dada a notícia da perda pelo profissional da saúde; e, como foi para elas o recomeço após terem perdido um filho. Com os resultados e as discussões foi possível perceber o quanto é significativa a perda de um bebê para as mulheres que sofreram aborto espontâneo. Para as mulheres esta perda significa um luto, não só pelo filho perdido, mas, também, por não exercer a função materna, ou seja, elas sofrem pela perda do papel materno que já imaginavam que iriam exercer.

Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


OUTRAS PUBLICAÇÕES DA UNIVERSIDADE FRANCISCANA

 

Artes, Letras e ComunicaçãoCiências da SaúdeCiências HumanasCiências Naturais e Tecnológicas

Ciências Sociais AplicadasThaumazeinVidya

 

INDEXADA EM


 

Os artigos publicados não expressam necessariamente a opinião da revista e são de responsabilidade exclusivados autores.

Todos os custos são cobertos pela Universidade Franciscana.


Creative Commons License

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 3.0 Unported License.