A grande renúncia masculina

Almery Junior Ruviaro, Taís Steffenello Ghisleni, Elsbeth Léia Spode Becker

Resumo


Este artigo visa tecer considerações acerca dos motivos que conduziram ao abandono, por parte dos homens, de um vestuário ornamental e ostensivo para o uso de peças discretas. Até meados do século XVIII, a vestimenta masculina apresentava qualidades exageradas de ornamentação, que, gradativamente, foram sendo abdicadas e substituídas por peças mais severas e cores neutras, até assumir formas discretas personificado no modelo abstrato do terno como é conhecido na contemporaneidade. A metodologia está embasada no estado da arte, na perspectiva da pesquisa qualitativa e na abordagem descritiva a partir de autores que pesquisam a História da Moda e na obra ‘A psicologia das roupas’ do psicanalista inglês John Carl Flügel. Pôde-se inferir que, nesse processo histórico de construção social masculina através do traje, a separação binária da moda também significou a estratificação dos papéis de homens e mulheres nas sociedades ocidentais e acabou lançando as bases do que é conhecido hoje como masculino e feminino.


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