A grande renúncia masculina

Autores

  • Almery Junior Ruviaro Universidade Franciscana - UFN
  • Taís Steffenello Ghisleni Universidade Franciscana - UFN http://orcid.org/0000-0002-5405-9492
  • Elsbeth Léia Spode Becker Universidade Franciscana - UFN

Resumo

Este artigo visa tecer considerações acerca dos motivos que conduziram ao abandono, por parte dos homens, de um vestuário ornamental e ostensivo para o uso de peças discretas. Até meados do século XVIII, a vestimenta masculina apresentava qualidades exageradas de ornamentação, que, gradativamente, foram sendo abdicadas e substituídas por peças mais severas e cores neutras, até assumir formas discretas personificado no modelo abstrato do terno como é conhecido na contemporaneidade. A metodologia está embasada no estado da arte, na perspectiva da pesquisa qualitativa e na abordagem descritiva a partir de autores que pesquisam a História da Moda e na obra ‘A psicologia das roupas’ do psicanalista inglês John Carl Flügel. Pôde-se inferir que, nesse processo histórico de construção social masculina através do traje, a separação binária da moda também significou a estratificação dos papéis de homens e mulheres nas sociedades ocidentais e acabou lançando as bases do que é conhecido hoje como masculino e feminino.

Biografia do Autor

Almery Junior Ruviaro, Universidade Franciscana - UFN

Professor do Curso Design de Moda e mestre no Mestrado em Ensino de Humanidades e Linguagens – MEHL – Universidade Franciscana – UFN.

Taís Steffenello Ghisleni, Universidade Franciscana - UFN

Doutora. Professora do Curso de Publicidade e Propaganda e do Mestrado em Humanidades e Linguagens da Universidade Franciscana - UFN

Elsbeth Léia Spode Becker, Universidade Franciscana - UFN

Doutora. Professora colaboradora. Universidade Franciscana – UFN.

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Publicado

28-11-2022

Edição

Seção

Artigos