Modelos de gestão de incubadoras de empresas do estado do Rio Grande do Sul

Autores

  • Scheila Daiana Severo Hollveg Universidade Franciscana - UFN
  • Patrines Aparecida França Zonatto Universidade Franciscana - UFN
  • Lissandro Dorneles Dalla Nora Universidade Franciscana - UFN
  • Debora Bobsin Universidade Federal de Santa Maria - UFSM

Resumo

Com base na temática do empreendedorismo por meio da atuação das incubadoras de empresas, a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC, 2018), destaca o cenário brasileiro atual, registrando 369 incubadoras de empresas, cerca de 90 iniciativas de parques tecnológicos e 35 aceleradoras. Enquanto no nível estadual, foi criada, em 2005, a Rede Gaúcha de Ambientes de Inovação (REGINP) cujo enfoque foi de aumentar a troca de conhecimentos e experiências entre as incubadoras e empresas residentes, processo que permite uma melhor preparação para enfrentar os desafios no mercado. No ano de 2018, a entidade conta com 38 associados, sendo 13 parques tecnológicos e 25 incubadoras de empresa. O intuito do estudo é analisar e detalhar os modelos de gestão de incubadoras utilizadas pelos associados à REGINP, buscando caracterizar as incubadoras associadas à REGINP; realizar o levantamento teórico sobre o modelo gestão CERNE, elaborado pelo Centro de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos, verificando e analisando a utilização da plataforma CERNE, nas incubadoras associadas à REGINP. O levantamento foi realizado aplicando um questionário online, direcionado às incubadoras da REGINP. Verificou-se que as incubadoras gaúchas atuam como incubadoras de terceira geração, em sua maioria utilizam o modelo de gestão CERNE, algumas no nível 2, mas a maioria no nível 1.

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Publicado

28-08-2020

Edição

Seção

Artigos