Melasma: avanços na fisiopatologia e estratégias terapêuticas inovadoras baseadas em bioativos naturais e nanotecnologia
DOI:
https://doi.org/10.37779/nt.v27i2.5736Keywords:
Antioxidante; Compostos bioativos; Hiperpigmentação; NanocarreadoresAbstract
O melasma é uma disfunção pigmentária crônica e multifatorial, caracterizada por hiperpigmentação cutânea recorrente, fortemente associada ao estresse oxidativo, à inflamação e à hiperatividade melanocítica induzida principalmente pela radiação ultravioleta, predisposição genética e alterações hormonais. Apesar das terapias convencionais disponíveis, as altas taxas de recidiva e os efeitos adversos evidenciam a necessidade de abordagens mais seguras e inovadoras. Este estudo teve como objetivo analisar os avanços na compreensão fisiopatológica do melasma, discutir as limitações das terapias atuais, avaliar o potencial de compostos bioativos naturais como agentes antioxidantes e despigmentantes e examinar a aplicabilidade de sistemas nanoestruturados na otimização da entrega cutânea. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada nas bases PubMed e Scopus, incluindo artigos originais sem recorte temporal. A análise temática demonstrou que o estresse oxidativo e a inflamação desempenham papel central na manutenção da hiperpigmentação, enquanto flavonoides e outros compostos fenólicos apresentam potencial modulador da melanogênese. Além disso, sistemas nanoestruturados mostraram-se promissores ao aumentar a estabilidade, a biodisponibilidade e a eficácia terapêutica desses bioativos. Conclui-se que a integração entre bioativos naturais e nanotecnologia representa uma estratégia inovadora e fisiopatologicamente fundamentada para o manejo do melasma.Parte inferior do formulário.
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