Ser tia para além de uma relação de parentesco: o lugar da docência no século XXI

Autores

  • Camila Devitte Fontes Universidade Federal de Santa Maria - UFSM
  • Leonardo Guedes Henn Universidade Franciscana - UFN

DOI:

https://doi.org/10.37780/ch.v24i2.4568

Palavras-chave:

Trabalho, Precarização, Professora

Resumo

Neste artigo, apresenta-se uma discussão acerca do processo histórico denominado de “a feminização da docência”, assim como de suas respectivas implicações para a redefinição da identidade da categoria docente, ambas verificadas durante meados do século XIX e do século XX. A partir do Materialismo Histórico Dialético e da História Oral, a pesquisa investigou a presença majoritária de mulher brancas como professoras trabalhadoras nas etapas da Educação Infantil e buscou compreender como, no mais tardar do século XX, a redefinição da identidade da categoria docente teve impacto direto na construção e no fazer-se docente das trabalhadoras da Educação Infantil. Além disso, como resultado da pesquisa realizada, e especialmente, a partir das falas das trabalhadoras da Educação Infantil, identificou-se um cenário de precarização do trabalho, em que a prática docente não somente é um espaço de trabalho constituído pela força feminina, mas que é também possível identificar a própria precarização do trabalho humano feminino.

Biografia do Autor

Camila Devitte Fontes, Universidade Federal de Santa Maria - UFSM

Graduada em Licenciatura em História (UFN) e mestranda no PPGH (UFSM).

Leonardo Guedes Henn, Universidade Franciscana - UFN

Professor doutor titular do curso de História na Universidade Franciscana (UFN).

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Publicado

2024-01-04

Edição

Seção

Artigos