Disciplina e subjetividade: a Tropa de Elite a partir de Foucault e Goffman

Kélen Medianeira Pozzobon, Marcos Adegas de Azambuja

Resumo


O presente artigo constitui-se a partir da análise do filme Tropa de Elite, mais especificamente ao Batalhão de Operações Especiais (BOPE). Com esse trabalho pretende-se discutir e problematizar os processos de homogeneização da subjetividade que se efetivam nas práticas disciplinatórias, no contexto fílmico. Além disso, mapear os procedimentos de modelização bem como potencial de produção de sujeitos que escapa a este contexto. Para alcançar os objetivos propostos, utilizaram-se alguns dos operadores conceituais de Foucault e Goffman como Instituições Totais, poder, disciplina, corpos dóceis, profanação e mutilação do eu. Esta análise permitiu produzir três momentos pertinentes com relação à temática: Nascimento do BOPE, O BOPE e o desacomodar e o Treinamento militar. Considera-se que o trabalho possibilitou a verificação dos dispositivos disciplinatórios e de mortificação, trabalhados em Foucault e Goffman, que incidem sobre a constituição subjetiva do sujeito.

Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


OUTRAS PUBLICAÇÕES DA UNIVERSIDADE FRANCISCANA

 

Artes, Letras e ComunicaçãoCiências da SaúdeCiências HumanasCiências Naturais e Tecnológicas

Ciências Sociais AplicadasThaumazeinVidya

 

INDEXADA EM


 

Os artigos publicados não expressam necessariamente a opinião da revista e são de responsabilidade exclusivados autores.

Todos os custos são cobertos pela Universidade Franciscana.


Creative Commons License

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 3.0 Unported License.