POLÍTICAS DE ENSINO REMOTO EMERGENCIAL E TRABALHO DOCENTE

Autores

DOI:

https://doi.org/10.37782/thaumazein.v18i36.5281

Palavras-chave:

Ensino remoto emergencial; Trabalho docente; Educação básica; Pandemia

Resumo

O avanço da pandemia no ano de 2020 provocou impactos significativos em várias áreas, dentre elas, a educação. A busca por resposta para o enfrentamento e minimização das consequências mobilizou diferentes setores, dentre eles, a academia e o campo científico. Nosso objetivo neste artigo é apresentar revisão de literatura sobre as políticas de ensino remoto emergencial (ERE) e sobre o Regime de Especial de Atividades Não Presenciais (REANP), adotado na rede estadual de ensino de Minas Gerais, identificando seus efeitos, principalmente, sobre o trabalho docente. Os resultados apontam para o predomínio de programas sustentados pelo uso das tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC) e pela disseminação do discurso da responsabilização docente, o que resultou em desqualificação, intensificação do trabalho e exaustão destes profissionais. Além disso, as fragilidades apresentadas por estas propostas tendem a aprofundar as desigualdades sociais e educacionais pré-existentes.

Biografia do Autor

Domingos Angelo de Paula Neto, Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM

Doutorando em Educação pelo PPGE/UFTM. Licenciado em Geografia. Professor da rede pública de educação básica.

Natalia Aparecida Morato Fernandes, Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM

Doutora em Sociologia. Professora do Departamento de Filosofia e Ciências Sociais e do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFTM.

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Publicado

2025-12-23

Como Citar

Paula Neto, D. A. de, & Fernandes, N. A. M. (2025). POLÍTICAS DE ENSINO REMOTO EMERGENCIAL E TRABALHO DOCENTE. Thaumazein: Revista Online De Filosofia, 18(36), 105–117. https://doi.org/10.37782/thaumazein.v18i36.5281

Edição

Seção

Artigos