Neutrófilos, leptina e câncer: uma revisão atualizada de suas relações

Alice Abend Bardagi, Bruna Calabrese Zanoni, Daniella Moretti Arbore, Débora Oliveira Dias Bicalho, Victória Brandão Barbosa, Giovanna Rosa Degasperi

Resumo


Os neutrófilos são células abundantes na circulação sanguínea, e constituem a primeira linha de defesa contra patógenos. Possuem a capacidade de migrar para locais de infecção e destruir os microrganismos, através da liberação de seus grânulos tóxicos, produção de espécies reativas de oxigênio (EROs) pela NADPH oxidase, ou, como apontado mais recentemente, pela formação e liberação das chamadas armadilhas extracelulares de neutrófilos (NETs). Muitos estudos têm sido realizados para ampliar a compreensão sobre a formação das NETs e seu papel em algumas doenças, a autoimunidade e o câncer. Alguns estudos mostram que os neutrófilos associados a tumores liberam NETs, no entanto, o seu papel no processo ainda se mantém controverso, podendo representar funções pró ou antitumorais, dependendo do tipo de tumor. A leptina, hormônio produzido pelo tecido adiposo, controla o metabolismo e modula a resposta das células de imunidade inata e adaptativa, dentre elas, os neutrófilos. O artigo busca explorar os conceitos bioquímicos básicos na formação e sinalização dos neutrófilos e NETs, além de examinar o papel dessas células em tumores e na sua evolução, abordando a possível atuação da leptina neste contexto.

 


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