Violência obstétrica: percepção dos profissionais de enfermagem acerca do cuidado

Amália Lúcia Machry Santos, Marli Terezinha Stein Backes, Luciane Najar Smeha, Hilda Maria Barbosa de Freitas, Martha Helena Teixeira de Souza

Resumo


A assistência obstétrica agressiva e sem respaldo científico, muitas vezes, viola os direitos humanos das mulheres. O objetivo deste estudo foi investigar o conhecimento dos profissionais de enfermagem acerca da violência obstétrica. Trata-se de pesquisa qualitativa com caráter descritivo. Foi realizada entrevista individual com trinta e uma profissionais de enfermagem, de uma maternidade, no interior do Rio Grande do Sul. Dos resultados emergiram, estabeleceram-se duas categorias: Percepção dos profissionais de enfermagem acerca da violência obstétrica; Implicações para a prática profissional. Comete-se violência através de atendimento desrespeitoso e de intervenções desnecessárias. A prática de educação em saúde promove o assessoramento da mulher para seu empoderamento e sua tomada de decisão. Concluiu-se que a violência obstétrica é não respeitar a vontade da gestante/puérpera. Requer abordagens e reflexões frequentes, através de educação permanente, para que ocorra uma assistência mais humana e digna. A enfermagem obstétrica pode empenhar-se em resgatar o protagonismo e empoderamento da gestante no processo de gestar e parir.

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