Produção da biomassa de milheto submetido a diferentes doses de nitrogênio em relação a soma termica
DOI:
https://doi.org/10.37779/nt.v27i2.5527Palavras-chave:
Fitomassa; Manejo; Pennisetum glaucum; Soma térmicaResumo
A cultura do milheto pode ser usada para pastejo e cobertura de solo, sendo conhecida por ser uma planta que resiste a muitas condições desfavoráveis. O nitrogênio é um dos macronutrientes que proporciona altas produtividades quando aplicado em maiores dosagens, resultando em maior lotação animal e aumentando o ganho de peso diário do rebanho. No Brasil, o milheto é utilizado para recuperação de áreas, cobertura e pastejo. O experimento foi realizado em Três Cachoeiras (RS), na propriedade dos Maggi, em região de clima Cfa. Foram realizados quatro tratamentos: 50% da dose de nitrogênio recomendada, 100%, 150% e 200%, divididos em 4 blocos. Foram analisadas as produções de biomassa verde e de biomassa seca, nas diferentes doses de nitrogênio. Os dados foram analisados através da análise de variância e pelo teste de Tukey a 5%, além da análise de correlação de Pearson e de regressão, buscando determinar a quantidade de nitrogênio no cultivo de milheto que apresenta a maior produção de biomassa. Os resultados mostraram que doses superiores a 100% aumentaram a produção de biomassa, mas o excesso de nitrogênio reduziu a eficiência da cultura, especialmente na dose de 200%, que teve correlação negativa com a soma térmica. A precipitação elevada também prejudicou o desenvolvimento da cultura, indicando a sensibilidade do milheto a condições de encharcamento. Conclui-se que o manejo adequado da fertilização nitrogenada é essencial para otimizar a produtividade do milheto, e que estratégias de aplicação que minimizem as perdas de nitrogênio devem ser consideradas uma para maior sustentabilidade.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Disciplinarum Scientia | Naturais e Tecnológicas

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
A submissão de originais para este periódico implica na transferência, pelos autores, dos direitos de publicação impressa e digital. Os direitos autorais para os artigos publicados são do autor, com direitos do periódico sobre a primeira publicação. Os autores somente poderão utilizar os mesmos resultados em outras publicações indicando claramente este periódico como o meio da publicação original. Em virtude de sermos um periódico de acesso aberto, permite-se o uso gratuito dos artigos em aplicações educacionais e científicas desde que citada a fonte conforme a licença CC-BY da Creative Commons.
Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.





