Biofertilizante bovino e inoculação com microrganismos eficientes no crescimento e produção de Capiaçu no semiárido
DOI:
https://doi.org/10.37779/nt.v26i1.5222Palavras-chave:
Adubação orgânica; Biota do solo; Esterco líquido; Pennisetum purpureumResumo
Biofertilizantes bovinos e microrganismos eficientes possuem potencial para melhoria do solo e produtividade das forrageiras. Este estudo teve como objetivo avaliar o efeito do biofertilizante bovino e inoculação com microrganismos eficientes no desenvolvimento e produção do Capiaçu no semiárido piauiense. Adotou-se o delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 4x2, sendo testadas quatro doses: 0; 0,465; 0,930; 1,860 L por vaso de biofertilizante bovino, com apresença ou ausência de microrganismos eficientes (EM), com quatro repetições. Quarenta dias antes do plantio as doses de biofertilizantes foram adicionadas ao solo. A solução de EM foi diluída na proporção de 1:1000 e aplicada ao solo. Após 30 dias do plantio foi realizado o desbaste e o corte de uniformização em todas as parcelas. Posteriormente foram realizados mais dois cortes em intervalos de 50 dias. Após os cortes analisou-se as variáveis: altura de planta, número de folhas, número de folhas vivas, número de folhas mortas, número de perfilho, número de folhas por perfilho, biomassa fresca das folhas, biomassa fresca dos colmos, massa seca das folhas, massa seca dos colmos, massa seca total e produtividade. No primeiro corte, a dose de 0,930 L por vaso de biofertilizante promoveu melhor crescimento e produção do Capiaçu e os EM associados ao biofertilizante aumentaram o número de folhas e o perfilhamento do Capiaçu. A aplicação de EM não é recomendada para variáveis de produção. No segundo corte, nem o biofertilizante nem os EM influenciaram o crescimento e produtividade do Capiaçu.