Efluente oriundo da produção de biodiesel de soja

Roger Gorski Cadó, Rodrigo Fernando dos Santos Salazar, Noeli Júlia Schüssler de Vasconcellos

Resumo


A cadeia produtiva do biodiesel tem se estabelecido como uma das mais profícuas no Brasil envolvendo o agronegócio. Paralelamente, o Rio Grande do Sul apresenta a terceira maior produção de biodiesel nacional. Entretanto, como qualquer atividade industrial, ocorre a geração de subprodutos e resíduos que demandam o devido reaproveitamento e/ou manejo. Desse modo, o objetivo deste trabalho foi caracterizar físico e fisico-quimicamente o efluente oriundo da etapa final da produção de biodiesel de uma empresa de grande porte para a auxiliar no gerenciamento do efluente. Os parâmetros analisados foram: Al, Ag, As, B, Ba, Cd, CN-, Co, Cor, Cr-total, Cr(VI), Cu, espumas, fenol, Fe, F-, Hg, Li, Mn, Materiais flutuantes, Mo, Ni, odor, óleos e graxas (mineral), óleos e graxas (vegetal e animal), Pb, pH (25 ºC), S-2, Se, Sn, sólidos sedimentáveis, surfactantes, V e Zn. A partir dos resultados obtidos, verificou-se que as concentrações elementares, com exceção do F- e V, estão abaixo do nível de tolerância para descarte de efluente (CONAMA 430/2011) em corpo hídrico classe II (CONAMA 357/2005). De qualquer modo, o efluente necessita de um tratamento simplificado para a remoção da cor (175 HZ) e ajuste do pH (13,1) e consequente precipitação química do F-, para posterior descarte.

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