CEM ANOS DE MITOS, IMPERIALISMO E SOLIDÃO: MACONDO E A (DES)CONSTRUÇÃO IDENTITÁRIA LATINO-AMERICANA

Autores

  • Ronan Simioni
  • Vera Elisabeth Prola Farias

Resumo

Todas as indagações acerca das questões que envolvem a problematização e a complexidade da formação da identidade cultural nas sociedades do século XX, apontam para as práticas sociais e seus movimentos históricos. Nesse sentido, a América Latina, formada por meio da mistura de diferentes povos, vive a cada dia um processo de constituição identitária transformacional. Entretanto, alguns dos principais eventosque regem o descentramento cultural em nosso continente são muitas vezes escondidos pela história, narrada, na maioria das vezes, pelo olhar estrangeiro. Nesse sentido, o texto literário pode assumir a função de preencher a lacuna por ela deixada, servindo como uma ferramenta de autorreconhecimento em relação às causas norteadoras de nossa formação social. Como prova para esta afirmação, a narrativa Cem Anos de Solidão,do escritor colombiano Gabriel García Márquez, que reflete algumas das importantes fases do continente latino-americano, serve de referência a um estudo que tenta mapear parte das causas de nossa atual situação identitário-cultural.

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Publicado

2016-03-08

Como Citar

Simioni, R., & Farias, V. E. P. (2016). CEM ANOS DE MITOS, IMPERIALISMO E SOLIDÃO: MACONDO E A (DES)CONSTRUÇÃO IDENTITÁRIA LATINO-AMERICANA. Disciplinarum Scientia | Artes, Letras E Comunicação, 10(1), 147–174. Recuperado de https://periodicos.ufn.edu.br/index.php/disciplinarumALC/article/view/743

Edição

Seção

Artigos